A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, por 90 dias, de uma marca de canela em pó, com data de fabricação de 4 de julho de 2011, produzida em Poços de Caldas (MG). A Anvisa considerou que o produto representa risco à saúde do consumidor por conter pelo de roedor.
A canela em pó está entre os alimentos submetidos ao controle e fiscalização sanitária da Anvisa, assim como bebidas, águas envasadas, aditivos alimentares e de medicamentos veterinários.
A presença dos pelos foi detectada em amostras do produto enviadas para análise no Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias, em Minas. A interdição do produto e do estabelecimento por 90 dias é feita como medida cautelar, para a realização de testes, provas, análises ou outras providências requeridas. Ao término desse prazo, o produto ou estabelecimento será automaticamente liberado.A Anvisa também proibiu a distribuição e a comercialização, em todo o país, do Lote 12 do açúcar cristal especial com data de fabricação de 13 de maio de 2011 e validade até 13 de maio de 2013, produzido por uma empresa em Mato Grosso do Sul. Segundo laudo, o produto continha fragmentos metálicos de diversos tamanhos.As resoluções foram publicadas nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial da União e já estão em vigor.
A canela em pó está entre os alimentos submetidos ao controle e fiscalização sanitária da Anvisa, assim como bebidas, águas envasadas, aditivos alimentares e de medicamentos veterinários.
A presença dos pelos foi detectada em amostras do produto enviadas para análise no Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias, em Minas. A interdição do produto e do estabelecimento por 90 dias é feita como medida cautelar, para a realização de testes, provas, análises ou outras providências requeridas. Ao término desse prazo, o produto ou estabelecimento será automaticamente liberado.A Anvisa também proibiu a distribuição e a comercialização, em todo o país, do Lote 12 do açúcar cristal especial com data de fabricação de 13 de maio de 2011 e validade até 13 de maio de 2013, produzido por uma empresa em Mato Grosso do Sul. Segundo laudo, o produto continha fragmentos metálicos de diversos tamanhos.As resoluções foram publicadas nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial da União e já estão em vigor.
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