Exercícios de impacto, como corrida, e a musculação com muito peso podem, sim, provocar incontinência urinária – em qualquer idade. “Estima-se que 10% do total de brasileiras que frequentam os consultórios ginecológicos, atletas ou não, sofrem com o problema”, afirma Maíta de Araujo, médica do setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da Unifesp.
O problema aparece pois durante a ginástica a ação da gravidade faz com que o intestino e a bexiga pressionem o assoalho pélvico (musculatura que sustenta o útero, o intestino e a bexiga). Ao ser forçado para baixo, ele enfraquece e fica flácido. Com isso, a região não consegue fazer os movimentos de contração que seguram a urina.
Para evitar o incômodo vale então realizar exercícios de fortalecimento da região. Ao urinar, breque o fluxo do xixi; segure-o por quatro segundos e solte. Faça o exercício também sem urinar – execute dez repetições cinco vezes por dia.
Além disso, quem não segue uma dieta muito equilibrada e pratica atividade física deve apostar no consumo de soja, linhaça, hortelã, azeite, peixe e castanhas. Isso porque, essas pessoas tendem a ter um nível mais baixo de estrogênio, o que torna o pavimento pélvico ainda mais fraco. Já esses alimentos auxiliam na produção do hormônio.
O problema aparece pois durante a ginástica a ação da gravidade faz com que o intestino e a bexiga pressionem o assoalho pélvico (musculatura que sustenta o útero, o intestino e a bexiga). Ao ser forçado para baixo, ele enfraquece e fica flácido. Com isso, a região não consegue fazer os movimentos de contração que seguram a urina.
Para evitar o incômodo vale então realizar exercícios de fortalecimento da região. Ao urinar, breque o fluxo do xixi; segure-o por quatro segundos e solte. Faça o exercício também sem urinar – execute dez repetições cinco vezes por dia.
Além disso, quem não segue uma dieta muito equilibrada e pratica atividade física deve apostar no consumo de soja, linhaça, hortelã, azeite, peixe e castanhas. Isso porque, essas pessoas tendem a ter um nível mais baixo de estrogênio, o que torna o pavimento pélvico ainda mais fraco. Já esses alimentos auxiliam na produção do hormônio.
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