Causadas por fungos, as micoses podem acompanhar a pessoa por até 12 meses, caso não seja feito o tratamento adequado
Verão, altas temperaturas, roupas curtas, chinelão e sossego. Tudo parece um cenário de filme de férias até que aquele detalhe revela a insistente micose. Causadas por fungos, as micoses podem acompanhar a pessoa por até 12 meses, caso não seja feito o tratamento adequado.
Evitar o problema depende de medidas simples e cuidados, principalmente, com a higiene pessoal. Segundo a dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Roseli Andrade, evitar locais de uso coletivo, como banheiros de clubes é uma das medidas. “Se certificar de que você se secou bem e não usar a toalha se ela ainda estiver úmida também ajuda a evitar a micose de pele”, diz.
Roseli afirma que existem mais de mil espécies de fungos e que cada um tem uma particularidade que dará características próprias aos sintomas da micose, tanto no caso da incidência na pele quanto nas unhas. No entanto, alguns tipos são bastante comuns.
“Normalmente, a pele é vítima das tíneas, da pitiríase e da cândida. Já nas unhas é mais comum que apareçam os fungos filamentosos e também a cândida”.
As tíneas normalmente provocam manchas esbranquiçadas ou mais rosadas do que o tom da pele. Elas aparecem em formas arredondas que lembram o formato de uma moeda e provocam coceira e descamação. São mais recorrentes no corpo, nas mãos e nos pés.
A pitiríase se manifesta por todo o corpo e se torna mais aparente quando nos expomos ao sol. “Aparecem pequenas manchas que se assemelham a confetes e ficam branquinhos, já que onde há fungo a pele não bronzeia", diz Roseli.
A cândida é o mais oportunista dos fungos e atinge mais as áreas aquecidas, como as dobras e a parte inferior das mamas. Nos casos das unhas atingidas por fungos filamentosos, o mais comum é a ocorrência de descolamento da unha, esfarelamento e alteração na coloração. “Elas podem ficar esbranquiçadas, amareladas ou até esverdeadas quando também são vítimas de bactérias", afirma a dermatologista.Nas unhas, a cândida pode causa pontos esbranquiçados que vão passando de uma unha para outra.
Evitar o problema depende de medidas simples e cuidados, principalmente, com a higiene pessoal. Segundo a dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Roseli Andrade, evitar locais de uso coletivo, como banheiros de clubes é uma das medidas. “Se certificar de que você se secou bem e não usar a toalha se ela ainda estiver úmida também ajuda a evitar a micose de pele”, diz.
Roseli afirma que existem mais de mil espécies de fungos e que cada um tem uma particularidade que dará características próprias aos sintomas da micose, tanto no caso da incidência na pele quanto nas unhas. No entanto, alguns tipos são bastante comuns.
“Normalmente, a pele é vítima das tíneas, da pitiríase e da cândida. Já nas unhas é mais comum que apareçam os fungos filamentosos e também a cândida”.
As tíneas normalmente provocam manchas esbranquiçadas ou mais rosadas do que o tom da pele. Elas aparecem em formas arredondas que lembram o formato de uma moeda e provocam coceira e descamação. São mais recorrentes no corpo, nas mãos e nos pés.
A pitiríase se manifesta por todo o corpo e se torna mais aparente quando nos expomos ao sol. “Aparecem pequenas manchas que se assemelham a confetes e ficam branquinhos, já que onde há fungo a pele não bronzeia", diz Roseli.
A cândida é o mais oportunista dos fungos e atinge mais as áreas aquecidas, como as dobras e a parte inferior das mamas. Nos casos das unhas atingidas por fungos filamentosos, o mais comum é a ocorrência de descolamento da unha, esfarelamento e alteração na coloração. “Elas podem ficar esbranquiçadas, amareladas ou até esverdeadas quando também são vítimas de bactérias", afirma a dermatologista.Nas unhas, a cândida pode causa pontos esbranquiçados que vão passando de uma unha para outra.
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