Os senadores Clésio Andrade e Magno Malta estiveram em Varginha ontem (24) para mais uma etapa da Caravana Contra a Pedofilia. O movimento já percorreu cinco cidades de Minas Gerais. O principal objetivo é conscientizar a sociedade, particularmente os motoristas profissionais, por meio da distribuição de camisetas e folhetos informativos. A iniciativa conta com o apoio do Sest Senat, Ministério Público, Juizado da Infância e da Juventude, Polícia Rodoviária Federal e entidades da sociedade civil.
A Prefeitura de Varginha, através da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Social (Sehad), estará engajada na ação. Os servidores públicos municipais e beneficiários dos quatro Centros de Referência de Assistência Social (Cras) do município participarão da blitz que será realizada dentro da programação da Caravana. O prefeito de Varginha, Eduardo Carvalho Corujinha, afirma que o município apoia integralmente a iniciativa, por se tratar de um assunto que preocupa a todos, particularmente as famílias. “Em geral, as vítimas são de baixa renda e sem esclarecimento”, diz. “Por isso mesmo, devemos abordar esse tema de forma transparente, conversando inicialmente com os motoristas, que são aqueles que percorrem as estradas e podem denunciar quem explora sexualmente crianças e adolescentes”. De acordo com o senador Clésio Andrade, a campanha surgiu após a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Pedofilia, do Senado, verificar a gravidade e extensão da violência sexual contra crianças e adolescentes, em todas as regiões e camadas sociais. “Entre as recomendações da CPI estava a se fazer campanha permanente de conscientização, o que foi assumido pelo então presidente da CPI, senador Magno Malta, que passou a liderar as caravanas por todo o país”, relata. De acordo com dados do Ministério Público, a cada seis minutos uma criança sofre ofensa sexual no Brasil e o muro do silêncio familiar impede que se saiba desses casos rapidamente. Por isso, é preciso engajar professores e profissionais de saúde, que são peças fundamentais para identificar sinais de ofensa sexual contra crianças e adolescentes. “A caravana é para não permitir que a sociedade durma, pois, se nada for feito, o Brasil terá a sociedade mais desequilibrada emocionalmente. O que podemos fazer é trabalhar na prevenção”, ressalta Magno Malta. O folder que será distribuído aos caminhoneiros traz orientações de como esse público pode ser um importante aliado. Entre as orientações estão participar de campanhas preventivas, fazer denúncias anônimas ou acionar o Conselho Tutelar, além de incentivar os colegas de trabalho a levar a mensagem de prevenção adiante.
A Prefeitura de Varginha, através da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Social (Sehad), estará engajada na ação. Os servidores públicos municipais e beneficiários dos quatro Centros de Referência de Assistência Social (Cras) do município participarão da blitz que será realizada dentro da programação da Caravana. O prefeito de Varginha, Eduardo Carvalho Corujinha, afirma que o município apoia integralmente a iniciativa, por se tratar de um assunto que preocupa a todos, particularmente as famílias. “Em geral, as vítimas são de baixa renda e sem esclarecimento”, diz. “Por isso mesmo, devemos abordar esse tema de forma transparente, conversando inicialmente com os motoristas, que são aqueles que percorrem as estradas e podem denunciar quem explora sexualmente crianças e adolescentes”. De acordo com o senador Clésio Andrade, a campanha surgiu após a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Pedofilia, do Senado, verificar a gravidade e extensão da violência sexual contra crianças e adolescentes, em todas as regiões e camadas sociais. “Entre as recomendações da CPI estava a se fazer campanha permanente de conscientização, o que foi assumido pelo então presidente da CPI, senador Magno Malta, que passou a liderar as caravanas por todo o país”, relata. De acordo com dados do Ministério Público, a cada seis minutos uma criança sofre ofensa sexual no Brasil e o muro do silêncio familiar impede que se saiba desses casos rapidamente. Por isso, é preciso engajar professores e profissionais de saúde, que são peças fundamentais para identificar sinais de ofensa sexual contra crianças e adolescentes. “A caravana é para não permitir que a sociedade durma, pois, se nada for feito, o Brasil terá a sociedade mais desequilibrada emocionalmente. O que podemos fazer é trabalhar na prevenção”, ressalta Magno Malta. O folder que será distribuído aos caminhoneiros traz orientações de como esse público pode ser um importante aliado. Entre as orientações estão participar de campanhas preventivas, fazer denúncias anônimas ou acionar o Conselho Tutelar, além de incentivar os colegas de trabalho a levar a mensagem de prevenção adiante.
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