Os profissionais da saúde de Minas Gerais paralisaram suas atividades nesta quarta-feira (9), mas em Varginha não houve nenhum movimento de paralisação. O presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG) de Varginha, Dr.Eduardo Silva, informou que não houve paralisação em Varginha e no interior do Estado. “Nosso sindicato local não recebeu nenhum comunicado para realização do movimento”. O objetivo da paralisação, organizada pelo Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG), é reivindicar o pagamento do reajuste do salário e o prêmio de produtividade acordado em abril deste ano com o Governo do Estado.
A greve da saúde, que aconteceu em setembro, de acordo com o Sindicato, conseguiu acordar um reajuste de 10%, divididos em duas parcelas de 5%, uma em outubro de 2011 e outra em abril de 2012. Entretanto, o sindicato informa que o pagamento não ocorreu e, por isso, foi acertada mais uma paralisação de 48 horas, a contar desta quarta-feira. “A paralisação acontece em represália ao não cumprimento do acordo feito com os trabalhadores que garantia o reajuste de 5% em outubro, fato que não ocorreu, já que estamos em novembro”, diz Reginaldo Tomás de Jesus Silva, diretor do Sind-Saúde/MG.
Além disso, o Sindicato afirma que o Governo juntou em um mesmo projeto de lei o ganho de greve com uma proposta de política remuneratória de longo prazo. Esse projeto foi encaminhado para a Assembleia Legislativa, também em setembro, e agora aguarda votação. Mas o objetivo dos profissionais da saúde era de que os dois projetos fossem encaminhados separadamente. Eles afirmam que, se aprovados juntos, legalizariam um “arrocho salarial”.
Um ato unificado entre os trabalhadores da saúde, da educação e da Polícia Civil está agendado para quinta-feira (10) , às 15 horas, no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Os profissionais da saúde vão sair em passeata do HPS para a ALMG por volta das 14 horas.
A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) ainda não tem um balanço sobre o número de profissionais paralisados e os prejuízos no atendimento. O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG) informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que apoia o movimento, pois acredita que as reivindicações são pertinentes. No entanto, não é possível fazer um levantamento sobre quantos médicos participaram da manifestação pela manhã. Conforme previsto por lei, os serviços de urgência e emergência não pararam suas atividades.
A greve da saúde, que aconteceu em setembro, de acordo com o Sindicato, conseguiu acordar um reajuste de 10%, divididos em duas parcelas de 5%, uma em outubro de 2011 e outra em abril de 2012. Entretanto, o sindicato informa que o pagamento não ocorreu e, por isso, foi acertada mais uma paralisação de 48 horas, a contar desta quarta-feira. “A paralisação acontece em represália ao não cumprimento do acordo feito com os trabalhadores que garantia o reajuste de 5% em outubro, fato que não ocorreu, já que estamos em novembro”, diz Reginaldo Tomás de Jesus Silva, diretor do Sind-Saúde/MG.
Além disso, o Sindicato afirma que o Governo juntou em um mesmo projeto de lei o ganho de greve com uma proposta de política remuneratória de longo prazo. Esse projeto foi encaminhado para a Assembleia Legislativa, também em setembro, e agora aguarda votação. Mas o objetivo dos profissionais da saúde era de que os dois projetos fossem encaminhados separadamente. Eles afirmam que, se aprovados juntos, legalizariam um “arrocho salarial”.
Um ato unificado entre os trabalhadores da saúde, da educação e da Polícia Civil está agendado para quinta-feira (10) , às 15 horas, no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Os profissionais da saúde vão sair em passeata do HPS para a ALMG por volta das 14 horas.
A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) ainda não tem um balanço sobre o número de profissionais paralisados e os prejuízos no atendimento. O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG) informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que apoia o movimento, pois acredita que as reivindicações são pertinentes. No entanto, não é possível fazer um levantamento sobre quantos médicos participaram da manifestação pela manhã. Conforme previsto por lei, os serviços de urgência e emergência não pararam suas atividades.
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